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dez 13

Prestação de contas Força Minas

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O presidente da Femquifert, Carlos Cassiano, participou  da Assembleia de Apresentação de Contas e Previsão Orçamentária da Força Minas, realizada no auditório da Federação dos Metalúrgicos de Minas Gerais (Femetalminas), na última segunda-feira (12). A reunião foi presidida por Vandeir Messias Alves, presidente da Força Minas.
A plenária reuniu integrantes da diretoria executiva, Comissão de Contas e Conselho Fiscal, sendo respaldada pela presença de lideranças expressivas da Central. Na ordem do dia, a apresentação e apreciação de contas do exercício de 2015; e previsão orçamentária para o exercício de 2017, acompanhado de parecer do Conselho Fiscal.

Herança negativa

Parte dos débitos identificados na apresentação dos dados é creditada à gestão anterior a de Vandeir Messias, que assumiu a Força Minas em 7 de novembro de 2014, com dívidas que ultrapassavam um milhão de reais. O sindicalista relatou o processo de retomada da ação sindical em meio ao endividamento da entidade, que desviou recursos próprios da Força Minas, mais o aporte financeiro da Força Nacional.
Messias denunciou o comprometimento de parte da receita ainda em 2016, mas com a proximidade do término das contas contraídas pela gestão passada. Gastos com festas e publicidade formam o principal das despesas que ficaram para a gestão atual, que herdou caixa negativo e dívidas, inclusive o salário dos funcionários, que teve de ser acertado pelo novo presidente. De 12 funcionários existentes, a central opera com dois efetivados e dois contratados, o que reduziu significativamente os custos.

Retomada do protagonismo sindical

Vandeir observou que este ano a Força Minas ajudou a promover a Festa do Trabalhador, no dia 1º de Maio, o que só foi possível a partir da unidade entre as centrais sindicais e o aporte de estrutura que veio da prefeitura municipal. No entanto, o sindicalista ressalva a superação da fase, a partir do saneamento financeiro realizado e que eliminou pendências, como certidões negativas, além de dar fim aos constantes bloqueios do Banco Central (Bacen) sobre a tesouraria da Força Nacional.
Mas, para o presidente da Força, o fato a destacar é a retomada de um sindicalismo de resultados e crescimento, que elevou a Força Sindical de Minas a agrupar 245 entidades entre os filiados. O nome da Central está desimpedido, após a reorganização promovida pela diretoria liderada por ele.

Renato Ilha, jornalista (MTb 10.300)